A fala de Adriano Castor mostra uma realidade: o futebol de várzea pulsa fora dos holofotes, mas não fora da vida das pessoas. A cobertura jornalística precisa ir além da lógica comercial e reconhecer o valor humano e social que se constrói nos campos de terra batida. Afinal, como ele mesmo diz, “são vivências espetaculares do lado do campo – contar histórias e vivenciá‑las ao mesmo tempo.” E, talvez, seja isso que falta: viver mais o que se noticia.